terça-feira, 11 de novembro de 2014

Review: Série OUTLANDER



Outlander
Idioma: Língua inglesa
Criador: Ronald D. Moore
Gêneros: Fantasia, Romance, Ficção científica, Drama


Baseada: nos livros de Diana Gabaldon


Sinopse

A inglesa Claire Randall, enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, viaja com seu marido Frank à Escócia para uma reaproximação após anos separados pela guerra. Entretanto, Claire descobre-se sozinha no ano 1743 pouco após a chegada, durante os levantes jacobitas. Nesse ambiente, ela conhece o jovem guerreiro escocês Jamie Fraser e Jonathan Randall, antepassado de Frank e capitão inglês.


Minhas impressões

Confesso que demorei a me render a série, e mais ainda ao livro (vou ler assim que chegar), mas como sou um pouco, e SÓ um pouco curiosa, não resisti ver tantos comentários positivos e, digamos, até provocadores, no Facebook – lógico que assisti os 8 capítulos da 1ª temporada em menos de dois dias, e fiquei com desejo de quero mais, e rápido, por favor.

A série tem muitos detalhes históricos (o que eu amo), que a deixa muito rica, além de incitar a curiosidade dos telespectadores. Sem falar nas paisagens encantadores, das épocas lindas (tenho certeza que nasci no século errado hahahaha).

Eu estava resoluta de que não leria o livro, mas quando eu estava assistindo o episódio 5, eu não resisti e o comprei, pois se a série é tão boa, o livro deve ser melhor – e lógico, eu não poderia perder uma leitura excelente – estou desesperada esperando que a Saraiva entregue logo (contando os minutos).

Como em qualquer outra resenha, eu não vou ficar aqui falando da série em si, e sim o que eu achei e o que me levou a gostar tanto dela, como diz o tópico: “minhas impressões” (sei que é um pouco pretencioso da minha parte, mas se eu ficar discorrendo sobre a série, contarei o melhor dela, o inesperado, a surpresa).


Claire, personagem principal, é uma mulher forte, guerreira, e eu adoro mocinhas assim, que não têm frescuras, como ela mesmo diz em um dos episódios, que não desmaia tão fácil. Ela é transportada para um outro tempo, dois séculos antes do seu presente. Preciso dizer que eu estou morrendo para saber o que irá acontecer: se ela volta para o presente, para o marido dela; ou se ela ficará no passado.





Jamie é lindo, aquele cavalheiro dos sonhos de qualquer pessoa (eu sou qualquer pessoa, só para ficar claro) – forte, educado, corajoso, espirituoso, inteligente, protetor.  Acho que a participação dele na 2ª temporada vai ser mais forte do que nesta, mas mesmo assim foi excelente, fora que ver o bumbum dele não foi nenhum sacrifício... ahhh E confesso que o kilt (roupa tradicional masculina na Escócia - uma saia masculina, pregueada na parte de trás, trespassado na parte da frente, de comprimento da cintura até os joelhos e que não usa cueca *-*) deixou ele bem sensual!




Tenho que dizer que eu também gostei muito do marido de Claire, o Frank, mesmo ele não aparecendo tanto como eu gostaria, no papel de Frank - fiquei muito muito curiosa pra saber o que estaria acontecendo com ele enquanto Claire estava 2 séculos antes do seu tempo.  Mas mesmo com pouca participação na série, ele é essencial, e eu estou desejando que na próxima temporada ele apareça muito muito.

Achei que faltou mostrar uma química maior entre o casal, mas nada que influencie na nossa percepção de que o amor deles é verdadeiro.
Obs: lembrando que o ator que representa o Frank, é o mesmo que faz o papel do Black Jack Randall.


Difícil eu dizer que eu tenho um preferido entre os dois, Frank ou Jamie, cada um tem suas particuliaridades. E um dos motivos que resolvi ler o livro foi para conhecer mais cada um.









Lógico que eu não poderia deixar de expor uma foto de um dos lugares mais comentados na série, e onde ocorre a magia de viajar no tempo, Craigh na Dun – lugar que eu estou louca para descobrir mais sobre.




Para finalizar, segue um quadro com as fotos, nomes dos atores, e nomes dos personagens principais da 1ª temporada, mas, claro, que preciso dizer que os personagens secundários são excelentes e deixam a série ainda melhor.


Tenho certeza de que quem já assistiu a série está que nem eu, super mega ultra ansiosa para que seja lançada a 2ª temporada, e quem não assistiu não faz ideia do que está perdendo – assista o mais rápido que conseguir. Só tem um problema: o vazio que fica depois que a série acaba (o que ocorre só com as melhores coisas, e lógico que com Outlander não seria diferente).

Ahh... não podia deixar de falar o quanto eu estou apaixonada pela música da série – não canso de ouvir:






Sing me a song of a lass that is gone
Say, could that lass be I?
Merry of soul she sailed on a day
Over the sea to Skye

Billow and breeze, islands and seas
Mountains of rain and sun
All that was good, all that was fair
All that was me is gone

Sing me a song of a lass that is gone
Say, could that lass be I?
Merry of soul she sailed on a day
Over the sea to Skye

Cante-me uma canção de uma moça que se foi
Diga que a moça pode ser eu
Feliz de espírito, um dia ela navegou
Do mar para o céu

Ondas e brisas, ilhas e oceanos
Montanhas de chuva e sol
Tudo que era bom, tudo que era belo,
Tudo que eu era desapareceu

Cante-me uma canção de uma moça que se foi
Diga que a moça pode ser eu
Feliz de espírito um dia ela navegou
Do mar para o céu

Resenha: A Culpa é das Estrelas - Jhon Green - Editora Intrínseca





A Culpa é das Estrelas 
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Categoria: Não ficção
ISBN: 978-85-8057-226-1
288 Páginas
1º Edição – 2012


Sinopse


Com humor, doçura e melancolia, John Green narra o romance de dois adolescentes que se conheceram em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer.

Hazel é uma paciente terminal cuja vida vem sendo prolongada por uma nova droga.

Augustus foi jogador de basquete até perder uma perna para o osteossarcoma.

Como Hazel, Gus gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - sua principal arma para encarar a doença que abrevia seus dias.




Minhas impressões


O livro dispensa apresentação. Ademais, falar qualquer coisa sobre ele, na minha humilde opinião será redundância e repetição de tudo o que já foi dito, escrito e visto.

Se eu chorei? Muito é pouco, neste caso – acho que vocês já sabem que sou chorona hahahaha

Primeiro, eu fiquei na dúvida se escreveria algo ou não a respeito do livro, mas então resolvi falar brevemente as “minhas impressões” depois que uma amiga, que a mãe faleceu de câncer, me perguntou: por que ler um livro ou assistir um filme que todo mundo tem câncer, é só sofrimento e ainda temos ideia do que vai acontecer? – e eu não soube o que responder.




Então, fiz uma reflexão sobre a minha leitura e sobre o filme (que, por sinal, assisti duas vezes), e valeu a pena. Eu sofri, chorei, mas ri, fiquei feliz, aprendi. E então a resposta que me faltou, apareceu.

Por que ler um livro assim? Para crescer como pessoa; para olhar o outro como pessoa (no sentido mais puro da palavra); para não menosprezar a dor e os medos alheios, nem valorizar demais os meus; para ver que a doença tem várias faces e pode ser encarada de várias formas; para, simplesmente, valorizar mais a vida que eu tenho e as pessoas que me fazem bem.





O livro é bem escrito, envolvente, simples e realista. Amei como Gus, Hazel e Isaac lidam com as doenças que têm com simplicidade, naturalidade, mesmo sofrendo – eles sabem qual o futuro deles, mas vivem o presente.




Ahhhh... O amor!!! Lindo sempre, lindo de qualquer jeito, lindo, principalmente, quando ocorre de forma tão genuína e sincera – quando o “dar” não está intrinsecamente ligado ao “receber”.




Impossível não citar o filme, homônimo do livro, e baseado neste. Tenho que dizer, discordando de algumas pessoas que acharam que ele não fez justiça ao livro, acho que conseguiram abordar 85% do livro no filme – o que é bastante coisa.

Amei as músicas selecionadas para o filme – e, nas minhas buscas no Google, encontrei a trilha sonora no site Vagalume - A Culpa é das Estrelas

Assim como no livro, eu chorei também no filme – esperava chorar muito muito mais, sabe como é, as imagens e o fundo musical colaboram bastante para que lágrimas rolem; mas grande parte do meu choro se deu por antecipação – como o filme foi bastante fiel ao livro, quando passava alguma cena que eu sabia a influência que tinha no futuro, eu já começava a chorar.

Só pra constar, eu li o livro depois que algumas fotos das gravações do filme, e até imagens, foram divulgadas, então eu não conseguia pensar em ninguém mais para interpretar Hazel e Gus, que não fossem Shailene Woodley e Ansel Elgort. Entretanto, tenho que admitir que o ator que fez o escritor Peter Van Houten, que foi o Willem Dafoe, me decepcionou, nem nos meus piores momentos de imaginação, eu pensaria em alguém do estilo dele (nada contra – mas eu imaginei alguém gordinho).






A estória de “A Culpa é das Estrelas” foi inspirada na vida de Esther Earl, uma menina que foi diagnosticada com o mesmo tipo de câncer da Hazel, e era amiga do Jhon Green. Ela sempre manteve a coragem e o bom humor, e viveu o seu presente com um alto astral e uma força que poucas pessoas teriam em situação igual. Esther faleceu em 2010.

Os pais dela fundaram uma organização sem fins lucrativos, This Star Won’t Go Out , com o objetivo de ajudar famílias que têm filhos com câncer. Além disto, eles lançaram um livro, com o mesmo nome da organização, com cartas e diários da filha, e o prefácio foi escrito por John Green. O livro foi traduzido para o português como: A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar - A Vida e as Palavras de Esther Grace Earl.






“A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. Atualmente sua mãe, Lori Earl, preside a instituição sem fins lucrativos This Star Won´t Go Out (tswgo.org), que apoia pacientes e famílias que lutam contra o câncer.”




Enfim... O livro foi um aprendizado. E, indico para todo mundo. Toda lição de vida vale a pena ser lida.




Renha: Álbum de Casamento - Nota Roberts - Editora Arqueiro



Álbum de Casamento
Autora: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Categoria: Romance
ISBN: 978-85-8041-221-5
288 Páginas
1º Edição – 2013


Sinopse



Com várias capas de revistas de noivas no currículo, a fotógrafa Mac é especialista em captar os momentos de pura felicidade, mesmo que nunca os tenha experimentado em sua vida.

Por causa da separação dos pais e de seu difícil relacionamento com eles, Mac não leva muita fé no amor. Por isso não entende o frio na barriga que sente ao reencontrar Carter Maguire, um colega de escola com o qual nunca falara direito.

Carter definitivamente não é o seu tipo. Professor de inglês apaixonado pelo que faz, ele cita Shakespeare e usa paletó de tweed. Por causa de uma antiga quedinha por Mac, fica atrapalhado na frente dela, sem saber bem como agir e o que falar. E mesmo assim ela não consegue resistir ao seu charme.

Agora Carter está disposto a ganhar o coração de Mac e convencê-la de que ela é capaz de criar suas próprias lembranças felizes.


Minhas impressões

O que falar de um livro que literalmente me deixou com DPL (o que é isso? – garanto que muitas já sofreram pelo menos uma vez – Depressão Pós-Leitura)? Amei! (Isso não diz muita coisa, mas eu simplesmente amei... amei como a estória é desenvolvida sem muita frescura, amei a amizade linda das meninas, amei Carter ser um nerd fofo... entre tantas outras coisas, como a capa – exceto o pé da modelo, a diagramação, a fonte... – entendam isso como: amei o livro do início ao fim).


Álbum de Casamento é o livro que inicia a quadrilogia (isso mesmo, serão SOMENTE 4 livros) Quarteto de Noivas, da famosa Nora Roberts, que conta a estória de quatro amigas de infância que tinha como brincadeira principal montar seus próprios casamentos – independente de com quem ou o que fosse, e quanto tempo durasse (as crianças são os melhores seres do mundo), e quando cresceram criaram a VOTOS (a empresa de casamento mais legal de todas – vou contratar – algum dia kkkk #momentodesencalhe).



Não resisti às imagens do Google hahahahah e tenho que postar esta também:



Eu tenho esse livro desde o lançamento, em novembro de 2013, só que acabei passando outros na frente, e confesso que, apesar de os outros livros serem muito bons, me arrependi de não tê-lo lido logo... mas como dizem: tudo tem sua hora!!!

Mackensie Elliot uma mocinha super moderninha (estou muito fofa hoje hahahaha). Ela é fotógrafa e faz seu trabalho super bem. Tem seus problemas como todo mundo; tem uma mãe que é uma verdadeira atriz sem palco (em outras palavras, chata); e nunca teve uma família de verdade – quero dizer, com pai, mãe, a tradicional organização familiar -, mas suas amigas suprem essa ausência de forma significativa na sua vida, porém tem problemas que somente ela poderá resolver (mas, claro, que amiga que é amiga, interfere de alguma forma quando a outra precisa hahahahha).

“- ... Mas, se quer que eu seja sincera, saiba que eu me saio bem num encontro, mas tiro notas baixas em relacionamentos.
- Não acredito Como é possível, se tem três amizades que duraram a vida toda? São relacionamentos profundos.
- Não faço sexo com elas.
- É uma ressalva interessante, mas intimamente é apenas uma parte dos relacionamentos que vão além da amizade. Ela não os define.
- Qual é Carter, sexo é importante para caramba. Sem mencionar o trabalho e o esforço necessários para se manter em um relacionamento. Mas vamos nos concentrar no sexo por um instante.
- Não sei se é uma boa ideia falar nisso enquanto dirijo. [ELE É ÓTIMO]
- E se chegarmos a esse ponto e for desastroso? O que vai acontecer? – Pág. 102/103




E o meu príncipe encantado da Disney, quer dizer, o príncipe encantado da Mac, é o Carter – quem nunca encontrou nesse mundo (mesmo que só nas telas de cinema e televisão) um nerd e professor: atraente, lindo, sexy, divertido (por incrível que pareça) - e esse é o diferencial de Carter, eu me divirto com ele, em como ele é direto e inocente e ingênuo, e amoroso, e atencioso, e (eu vou parar agora, senão só amanhã ahahhaha #gabimemata se eu fizer isso).

“- Posso ajudar?
- Tenho tudo programado... espero. Se você se meter na programação vai mudar... bem, o sistema. Ensaiei tudo na terça à noite, então acho que está tudo sob controle.
- Você ensaiou?
Foi baixar o fogo sob a frigideira, perguntando-se por que diabos tinha falado aquilo.
- É... bem, eu não sabia como tudo ia transcorrer e é preciso fazer coisas num tempo determinado, então achei melhor fazer um ensaio do jantar.
- Fez sozinho o ensaio geral para o jantar?
- Mais ou menos. A mulher do Bob tinha um encontro no clube de leitura, então ele veio aqui e eu cozinhei. Nós provamos a comida. Por isso, acho que pode se sentir segura...” – Pág. 136




Gente, sério, o entrosamento dos dois, a conexão deles, a forma como o relacionamento ocorre, como Carter entende ela, e como ela o entendo (e quando isso não ocorre, as amigas dela estão lá para fazê-lo), como ele não desiste dela, e como ela é corajosa pra enfrentar o seus medos ou carmas hahahahah Enfim, a forma como eles se entendem, se compreendem e se completam, transformam o livro em uma estória linda e necessária de ser lida. Além de renovar a esperança para o amor (nada melhor que um bom livro e risadas para renovar esse sentimento)!




Mas tenho que confessar, que o que me deixou mais encantada com o livro foi a amizade - e falo no sentindo amplo da palavra - a amizade de Carter para com Mac, e dela com ele e com as amigas (Emma, Laurel e Parker), e delas com Del e com Jack (vocês saberão quem são quando lerem – garanto que também vão gostar deles)... simplesmente a amizade da forma mais pura e linda.


Resenha: Mar de rosas - Nora Roberts - Editora Arqueiro




Mar de Rosas
Autora: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Categoria: Romance
ISBN: 978-85-8041-273-4
288 Páginas
1º Edição – 2014

Sinopse
Emma Grant é a decoradora da Votos, empresa de organização de casamentos que fundou com suas três melhores amigas de infância – Mac, Parker e Laurel. Ela passa os dias cercada de flores, imersa em seu aroma, criando e montando arranjos e buquês.

Criada em uma família tradicional e muito unida, Emma cresceu ouvindo a história de amor dos pais. Não é de espantar que tenha se tornado uma romântica inveterada, cultivando um sonho desde menina: dançar no jardim, sob a luz do luar, com seu verdadeiro amor.

Os pais de Jack se separaram quando ele era garoto, e isso lhe causou um trauma muito profundo. Ele se tornou um homem bonito e popular entre as mulheres, porém incapaz de assumir um compromisso.

Quando Emma e suas três amigas fundaram a Votos, foi Jack, o melhor amigo do irmão de Parker, quem cuidou de toda a reforma para transformar a propriedade no melhor espaço para casamentos do estado.

Os seis são praticamente uma família. E justamente por isso Emma e Jack nunca revelaram a atração que sentiam um pelo outro.

Mas há coisas que não podem ficar escondidas para sempre.

Mar de rosas é uma história ardente, sexy e divertida sobre as vantagens e os desafios que surgem quando uma grande amizade vira paixão.


Minhas impressões

Realmente Mar de Rosas me surpreendeu. Não achei que fosse possível que Nora Roberts conseguisse manter o alto padrão da estória contada no primeiro livro, mas ela o fez. E o fez com maestria, melhorou o que já era muito bom, e deixou mais encantadora ainda a amizade das meninas.

Não tem que se falar em divisória de personagens principais e secundários, nessa série, e em Mar de Rosas isto esta ainda mais evidente, pois todos os personagens são principais, todos são importantes e relevantes – do casal foco da estória a Sra. G., todos são essenciais para que a estória se desenvolva de uma forma tão harmoniosa, linda, agradável, engraçada e atraente. Além do mais devido a isto, ficamos sabendo como anda o casal queridinho do primeiro livro, Mac e Carter, e conseguimos imaginar os próximos casais hahahah e tenho q confessar, estou muito ansiosa por eles.

Em Mar de Rosas conhecemos mais a fundo Emmaline e Jack – fica meio redundante falar que amei os dois? Por que eu amei hahahhaha amei eles separadamente e amei mais ainda eles juntos.

Ela é uma romântica incurável, sonha com o amor verdadeiro, a paixão, e, claro, com seu casamento. Entretanto, quando fui me aprofundando no livro e descobrindo mais coisas sobre ela eu fiquei com uma mistura de sentimentos: surpresa e animação - Emma é danadinha hahahaah - e me encantei ainda mais. Em geral, pensamos nas pessoas que são muito românticas como sendo bobas, mas não! Emma dá um banho de mulher moderna acoplada com uma mulher romântica. Sem falar na beleza hahahahah




Quando Jack apareceu no primeiro livro me faz suspirar, e eu pensei quando li sobre ele a primeira vez: esse vai ser bom! E ele é muito melhor do que eu conseguiria imaginar. Bonitão, trabalhador, engraçado, inteligente, sabe o timing das coisas - tem tudo que eu desejo em um homem, ou melhor NO homem. Ele é muito avesso ao casamento, o que não é de se admirar, já que – como a fofoqueira (a sinopse) conta - ele sofre um trauma devido ao divorcio dos pais. Maaaaaaaaas, ele é um romântico, também, sem confessar ou deixar transparecer isso, durante a leitura todo mundo vai identificar essa característica dele que só ele não consegue ver. Não vou me demorar falando dele, pois ele precisa ser vivido para ser entendido.




(sei que não vale imaginar o Matt Bomer como somente um personagem... ele se enquadra com praticamente todas as minhas paixões literárias huahuahuauha)

Uma coisa que eu amei, amei, amei mesmo em Mar de Rosas foi o fato de Emma e Jack serem amigos, mas tipo amigos mesmos, melhores amigos. Jack entrou para o grupo que consiste nas 4 garotas, Del e em Carter (que entrou recentemente), desde que ele e Del se tornaram amigos no início da faculdade. E isso dá muito mais graça ao livro e promete boas risadas nos próximos livros.



(depois que vocês lerem o livro irão entender esta imagem, e o porquê de o casal estar distante – ownnnnn adorei #momentofofuradanoite)


Ahh... e por falar da amizade deles – durante minha leitura tinha uma música que não me saia da cabeça, e quando eu a ouvi, foi impossível não pensar Jack e Emma instantaneamente.





A Editora Arqueiro veio mais uma vez arrasando no quesito capa – o nome de Nora em vermelho, combinando com o buquê que contrasta com o vestido de noiva perolado ficou esplêndido. Uma das capas de livros mais linda que eu já vi. E sobre os outros detalhes do livro – fonte, diagramação, tamanho da fonte, etc. – a editora manteve o alto padrão dos livros recentes. E se eu vi três erros de português no livro, foi muito – isso em deixa feliz, e demonstra a atenção que é dada para uma tradução coerente e fiel. Mas, infelizmente, não posso dizer o mesmo sobre a sinopse, que é praticamente um resumo do livro, e ainda acha apoio do que vem escrito na orelha do livro (é meio feio falar isso ahahahah).

Como vocês devem ter percebido, não postei nenhum trecho do livro até então. Primeiro porque foi bem difícil escolher alguns, pois eu queria copiar o livro todo hahahaha e segundo, pois depois de muita indecisão resolvi colocar um trecho maior, mas que representa perfeitamente essa série e a amizade de Emma, Mac, Laurel e Parker (no meu ponto de vista).

“- Também gostaria de aproveitar esse momento para agradecer a Emma pela diversão da noite passada.
Emma fitou Laurel sem entender nada.
- Como é?
- Fui para a varanda respirar um pouco de ar fresco ontem à noite antes de ir dormir e vi um carro chegando na maior correria. Por um minuto pensei: ‘Xiii, alguma coisa aconteceu.’ Mas não, não era nada disso.
- Ai, meu Deus! – exclamou Emma, tapando o rosto com as mãos. – Ai, meu Deus!
- Quando vi que ninguém saiu dali de dentro cuspindo sangue, que na verdade ninguém saiu, pensei em correr e me preparar para oferecer os primeiros socorros. Mas de repente duas portas do carro se abriram. Emma por um lado, Jack pelo outro.
- Você viu tudo?
Laurel fez uma cara sarcástica.
- E aí? – incentivou Mac. – Precisamos saber o resto.
- E aí vocês devem imaginar. Eles se agarraram feito animais.
- Ah, fizemos isso... também – lembrou-se Emma.
- Depois aconteceu aquela cena clássica de pegação na porta de entrada.
- Puxa, faz tanto tempo que ninguém me encosta na porta... – comentou Parker e, com um ligeiro arrepio, enfatizou: - Muito tempo mesmo.
- Pelo que vi, Jack é bom nisso. Mas nossa menina não fica para trás.
- Caramba, Laurel!
- Ela tirou o casaco dele e jogou longe. Depois fez o mesmo com o suéter.
- Ai, ai, ai! – exclamou Mac.
- Mas o Oscar vai para a cena do cinto. Ela puxou o cinto como se fosse um chicote... – Laurel movia o braço imitando a amiga. – Depois, o fez alçar voo.
- Acho que vou precisar de outra garrafa d´água.
- Infelizmente, Parker, depois disso eles entraram.
- Estraga-prazeres – murmurou Mac.
- O resto eles deixaram por conta da minha... imaginação fértil. Então, quero agradecer a você, Emmaline, por essa cena que vi da varanda. Menina, só aplaudindo de pé.
Diante do aplauso entusiasmado, Emma disse apenas:
- Agora, deixo vocês com a espiã e seus pensamentos libidinosos. Preciso trabalhar.
- Contra a porta – sussurrou Parker. – Confesso que estou com inveja.” – Págs. 175/176